Este guia de dieta por condição de saúde organiza, doença por doença, os artigos do blog do ContaCal que explicam como a comida entra em cada diagnóstico. Serve para você achar rápido o texto certo para o seu caso ou o de alguém da família.
Um ponto vale para todos: a alimentação acompanha o tratamento, não substitui. Quando a doença pede metas específicas de proteína, gordura ou fibra, quem define o número é a equipe que acompanha você.
Aviso: conteúdo educativo de nutrição. Nenhum artigo deste guia muda remédio, dose ou orientação médica. Na dúvida, leve o texto para a consulta e pergunte.
Como este guia de dieta por doença está organizado
São dois grandes grupos. O primeiro reúne as condições metabólicas e hormonais: glicose e insulina, gorduras do sangue, pressão, fígado gorduroso, tireoide, SOP, gota e lipedema. O segundo junta as doenças digestivas, as cirurgias e os tratamentos que mudam o jeito de comer.
Cada item tem uma ou duas frases sobre quando vale a leitura. Se o seu diagnóstico é recente, comece pelo texto que abre cada bloco.
Glicose e insulina
Resistência à insulina é o aviso que costuma aparecer anos antes do diabetes. O texto mostra os sinais, os exames que confirmam e o caminho de volta com peso e alimentação. Comece por aqui se o exame veio com glicose ou insulina alterada.
Cardápio para resistência à insulina traz a regra do prato, um cardápio de 7 dias e a lista do que comer e do que evitar. É para quem já tem o diagnóstico e precisa saber o que colocar na mesa.

O que o diabético não pode comer explica que a diretriz brasileira não proíbe alimentos, ela conta carboidrato. Mostra quantos gramas cabem em cada refeição e por que arroz, feijão e fruta continuam no prato.
Como baixar a hemoglobina glicada parte de um fato simples: o exame reflete cerca de 90 dias. Por isso o texto monta um cronograma reverso e explica por que apertar só na semana do exame não muda o número.
Se você conta carboidrato por refeição, o artigo de contagem de carboidratos ensina a transformar rótulo e tabela em gramas.
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Colesterol, triglicerídeos e pressão
Dieta para colesterol alto mostra por que cortar só o ovo não resolve e como pensar em um teto diário de gordura saturada, repartido entre as refeições.
Como baixar triglicerídeos coloca as alavancas em ordem de efeito, do álcool ao peso perdido, e diz o que cada faixa do exame pede e quando procurar o médico.
Dieta DASH foi criada para baixar a pressão. O texto traz as porções por grupo alimentar, o limite de sódio, um cardápio de um dia com comida brasileira e uma resposta honesta sobre emagrecer com ela.
Fígado gorduroso
Sintomas de gordura no fígado explica por que a esteatose quase nunca dá sintomas, quais sinais apontam para ela e qual exame fecha o diagnóstico. Leia se o ultrassom mostrou gordura no fígado e você não sentia nada.
Dieta para gordura no fígado vem logo depois: os pilares do prato, um cardápio de 7 dias e por que o chá e o detox não resolvem.
Tireoide, SOP, gota e lipedema
Hipotireoidismo engorda ou emagrece? separa o peso que a glândula explica do que ela não explica, e mostra como emagrecer com o TSH já controlado.
Dieta para hipertireoidismo trata das duas fases da doença: proteger o músculo enquanto o hormônio está alto e evitar que o peso volte com força depois do controle.
Dieta para SOP mostra que o problema raramente é o total de carboidrato, e sim ele chegar quase todo no almoço e no jantar. Ensina a redistribuir sem comer menos.
Dieta para ácido úrico explica por que emagrecer rápido pode disparar a crise de gota e o que realmente ajuda: déficit pequeno, menos cerveja e refrigerante e purinas no lugar certo.
Dieta para lipedema é direta sobre o limite da comida: ela não elimina a gordura do lipedema, mas ajuda a controlar o peso extra, a dor e o efeito sanfona.
Pâncreas, vesícula e cirrose
Dieta para pancreatite abre o bloco digestivo. Nela o número que importa é o grama de gordura de cada refeição. O texto mostra onde essa gordura se esconde e como ler o rótulo pela coluna de 100 g.
Dieta para vesícula é para quem tirou a vesícula. Sem o reservatório de bile, o que dispara o sintoma é a gordura concentrada numa refeição, e o texto explica a fase de adaptação.
Dieta para cirrose inverte a lógica do fígado gorduroso: aqui emagrecer é mau sinal, a proteína não deve ser cortada e a ceia noturna tem função.
Refluxo e diverticulite
Dieta para refluxo mostra que o tamanho do prato e o horário do jantar pesam mais que uma lista de proibidos, e que os alimentos gatilho variam de pessoa para pessoa.
Dieta para diverticulite explica por que a orientação muda no meio do caminho: pouca fibra na crise, fibra alta na remissão. A calculadora de fibras ajuda a ter uma referência para a fase de remissão, sempre dentro do que o médico orientou.
Tratamentos e cirurgias
Alimentação na quimioterapia parte de um alerta: emagrecer sem querer durante o tratamento é sinal de risco. O texto mostra o que comer em cada sintoma e como montar um dia em porções pequenas.
Dieta pré-operatória bariátrica explica o objetivo das semanas finais antes da cirurgia: reduzir o fígado sem derrubar a proteína.
Alimentação pós-bariátrica cobre as fases depois da cirurgia, quanto cabe por refeição, a cota de proteína e as vitaminas que não podem faltar.
Nos três casos, a meta de proteína vem da equipe. Se ela ainda não passou um número, a calculadora de proteína serve só como referência para levar à consulta.
Fontes
Conteúdo organizado e revisado por Lucas, nutricionista. A base de alimentação dos artigos segue o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, e os textos de glicose e diabetes se apoiam na Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes. Cada artigo lista as fontes específicas da sua condição.
